sexta-feira, 19 de junho de 2015

Arroz de puta à brasileira

“Canibal português comeu carne de mulheres”. Ao ver este título a primeira coisa que me veio à cabeça foi “isto só pode ser vírus do facebook”. Ainda assim arrisquei e lá cliquei no link. Antes fosse um vírus. Era uma notícia do Correio da Manhã.
Mesmo depois de descobrir as origens tenebrosas da notícia, decidi visualizar o vídeo que se encontrava na página. Afinal de contas não é todos os dias que se sabe de um canibal assumido.
Atenção! Sendo a CMtv a transmitir a notícia, toda a informação pode ser verdadeira OU NÃO!
Então a nossa história trata de um senhor português, Jorge Brandão Silveira, que foi viver para o Brasil e decidiu fazer o típico rodízio brasileiro. Ok, talvez não seja assim tão típico.
O senhor Jorge, chegado ao Brasil, achou por bem agarrar em três tenras e jovens brasileiras (17, 20 e 21 anos) e comê-las, no sentido literal da palavra. Mas não se ficou por aí. Não, não! Este homem conseguiu ainda pôr a mulher e a amante a trabalhar com ele. Mais difícil do que cozinhar jovens Brasileiras é conseguir por a mulher e a amante a trabalhar em conjunto. Acham que isto não pode piorar? Acham mal. Ele, depois de matar as vítimas, limpava-lhes a carne, como qualquer bom talhante, comia a carninha em conjunto com as suas duas senhoras E NO FIM FAZIA EMPADAS, AS QUAIS DAVA/VENDIA A PESSOAS QUE DESCONHECIAM A ORIGEM DA CARNE

INCLUSIVAMENTE À FILHA DE 18 MESES DE UMA DAS VÍTIMAS!

O herói de infância do Jorge é, de certeza, o Sweeney Todd. O Sweeney Todd ou a bruxa da casa de guloseimas. “Porquê?” perguntam os curiosos. Ao que parece, o trio maravilha fazia-se passar por bons samaritanos e acolhiam as jovens em casa. Jovens mães solteiras (pelo menos uma delas) que não tinham como se sustentar e viviam na rua. Só não as engordavam com doces. Era logo com elas na panela que até iam tontas. “Epá, mas o homem é um psicopata completamente doido!” pensarão os mais sensatos. Errado novamente. O senhor tem fundamentos totalmente plausíveis para as suas ações! Ora leiam: “Simplesmente eu fazia certas coisas para purificação… Proteger as pessoas… Entregar as pessoas a deus…”; “Aquelas mulheres que eu matei tinham 17, 20 e 21 anos e iam dar à luz ladrões e escumalha”; “Para as pessoas estarem seguras, eu, Jorge, tenho de estar aqui (na cadeia). Se não mato outra”. É ou não é um homem com princípios? Já para não falar que sabia exatamente o que estava a fazer. O senhor Silveira foi professor universitário na área da motricidade humana e cinturão negro em Karate. Esta última parte, como karateca, envergonha-me um bocadinho, mas passando à frente. O senhor professor devia conhecer o corpo humano melhor que muitos.
“Então mas ele preferia carne humana a carne animal?” pergunto eu aqui porque me dá jeito para o que vem a seguir. “Carne humana, para mim, é igual à de vaca. Tem o mesmo gosto. É exatamente igual” portanto, como podem ver, o senhor só comia gente como serviço comunitário, para não haver por aí tanto “ladrão e escumalha”.


ATENÇÃO! Repito, notícia publicada pelo Correio da Manhã. Qualquer aldrabice encontrada é perfeitamente normal!

Como costume, deixo aqui o link para a notícia.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Uma multa de sonho

Já alguma vez sentiram vontade de estar no lugar de alguém que tenha sido multado? Mais ou menos “eu gostava de ser multado como aquela pessoa”? Já? Eu também não. Até ontem. Pois foi. “Mas tu estás parvo? Agora deu-te para quereres ser multado?” Não pergunta ninguém porque já toda a gente deve ter percebido do que eu estou a falar. Caso não tenham percebido, eu vou explicar. A mãe do Cristiano Ronaldo foi multada em Espanha porque transportava 50 mil euros em dinheiro e só é permitido transportar 10 mil. Agora pensem lá bem, gostavam ou não gostavam de ser multados como ela?

“Nem sabes o que me aconteceu a semana passada.”
“O quê?”
“Fui multado.”
“Epá que chatice. Mas foste multado porquê? Excesso de velocidade?”
“Não, não. Excesso de dinheiro na bagagem!”

Estou sem palavras… Mas estou mesmo. O que é que a senhora teria de tão importante e secreto a pagar que fosse necessário levar 50 mil euros em dinheiro num avião?

CINQUENTA MIL FUCKING EUROS EM DINHEIRO!


Cinquenta mil é o número que eu uso quando quero exagerar em qualquer coisa, por exemplo “pago quase 50 mil euros de bilhete para a CP e o serviço é uma merda”. E se repararem nem tenho a ousadia de dizer mesmo os 50 mil. Digo “quase”. Porque 50 mil é absurdo até para exagerar propositadamente!


Eu nunca fui grande adivinho, mas tenho cá um pressentimento em que quem vai pagar a multa será o nosso querido Cristianinho. Não sei porquê mas algo me diz que aquela multa não vai deixar a senhora sem dormir uma noite que seja. Ou se calhar até vai, “já lhe pedi 50 mil a semana passada e agora vou ter que lhe pedir outros 30 mil. Qualquer dia corta-me a mesada de vez.”

quinta-feira, 4 de junho de 2015

O futuro está nas nossas mãos!

Ora imaginem só se desse para fazer namoradas às peças estilo PC ou bicicleta. Não, a ideia não é meter pernas duma, rabo de outra e mamas de outra. Isso ficaria similar ao monstro do Frankenstein (sim, eu sei que o Frankenstein é o doutor) e acho que todos concordamos na parte em que isso seria no mínimo perturbador. A ideia neste caso seria mais numa tipo aplicações… Software, se preferirem.
Por exemplo: “Eu até gosto e sei cozinhar, posso poupar nessa parte. Aproveito e invisto mais no sentido de humor que para trombudas já basta a minha chefe” ou então “Epá, eu gosto de ir beber uns copos com a malta do trabalho, é melhor arranjar uma que não se importe de estar sozinha. Necessidade de privacidade médio-alta deve ser o melhor” ou até mesmo “Eu gosto sempre de ter um animalzinho lá por casa, portanto gosto por animais semi-elevado porque também não quero abdicar de um bom bife devido a excessos de amor”.
Era ou não era um espetáculo? Assim podíamos ter a namorada apropriada aos gostos de cada um e até aconselhar certas “funções” aos amigos.
Depois se uma “função” começasse a dar erro - por exemplo uma com gosto pelo desporto começar a ficar fanática e começar a querer ir para os No Name Boys - era só desinstalar a aplicação e voltar a instalar ou então comprar uma aplicação nova.
Era tudo tão mais simples… Eu devia ir para inventor!


(Hoje é muito mau dia para estar a publicar este texto… Muito mau mesmo!)

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Dia da criança... Ou não.

Eu até podia fazer um texto sobre o dia da criança mas isso ia ser uma grande falta de originalidade (mentira, eu é que estou a sem imaginação para isso) e como tal vou fazer um texto sobre humor negro. Outra vez.
E isto a propósito de um post sobre o dia da criança. Sou tão original, eu.
Vi uma piada que envolvia crianças, cancro e religião. E como tal houve logo virgens ofendidas a irem dar lições de catequese a quem o publicou. Surpreendentemente o tema das lições era o cancro e não a religião.
Um dos primeiros comentários ao post foi:

“Quando a rebeldia se torna estupidez.Quando tiveres um filho ou alguém que gostas com cancro perceberás o qto este post é ridículo.”


Ao que o autor do post responde:

“Já tive. Por duas vezes. Não deixo de achar piada.”.


Eu para ser sincero achei mais piada a esta parte do que propriamente ao post (além de que o post é original do Rui Sinel de Cordes que, se o caro leitor acompanha o meu blog, sabe perfeitamente que eu o odeio).
Isto foi apenas para provar que quem gosta de humor negro não é apenas porque nunca sofreu na pele aquilo com que goza. Não são apenas insensíveis com uma vida cheia de alegria a quem o azar nunca sorriu. Às vezes até são pessoas que já passaram pelas coisas mas preferem encará-las com humor em vez de andarem a chorar pelos cantos armados em vítimas.



Eu vou confessar-vos, este texto veio assim um bocado à laia de laxante. Apetecia-me escrever e experimentar a brincadeira do boneco personalizado (que provavelmente vai ficar assim até ao próximo post) e não tinha nenhum assunto interessante. Entretanto vi a publicação em questão no facebook e aproveitei a deixa.

Prometo que vou tentar evitar ao máximo que a situação se repita, a sério…